O Clube Pitzi, que vende proteção para celulares contra acidentes, anunciou um aporte de investimento vindos dos fundos Flybridge Capital Partners, Thrive Capital, Initial Capital e Kaszek Ventures, e de mais três investidores-anjo.

Apesar de o aporte ainda não ter sido revelado, sabemos que os recursos serão destinados à acelerar a expansão do serviço do país. Hoje, a startup atua em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Brasília, Espirito Santo e Paraná.

Segundo Hernan Kazah, da Kaszek Ventures, o serviço da startup promete crescer junto com o mercado de smartphones no Brasil. “O serviço inovador do Pitzi nos impressionou, tanto pela qualidade diferenciada quanto pelo crescimento rápido que a companhia tem experimentado”, explicou o também co-fundador do MercadoLivre.

Criada pelo americano Daniel Hatkoff, ex-analista do fundo de participações em empresas Warburg Pincus, a startup funciona desde 2012 e cobra de R$ 5 a R$ 30 para proteger smartphones contra acidentes, como quedas. Em entrevista a Exame.com, em janeiro, Hatkoff disse que o negócio crescia 150% ao mês. A receita vem do pagamento das mensalidades, afirma.

 

Via Exame